terça-feira, 13 de novembro de 2018

NÃO ME SINTO PARTE...



Muitas vezes evidenciamos que não sentimos que fazemos parte de determinados grupos, e concluímos isto a partir do nosso ponto de vista, das divergências que vão se apresentando através da convivência, e vamos selecionando a partir da nossa perspectiva, o clã ao qual queremos pertencer.
É muito bom e cômodo aceitar os padrões aos quais nos convém, e que estejam intimamente ligados aos nossos de origem aos que nos sintamos pertencidos em veracidade, ao fim sempre nos colocaremos de apoio a eles pois já são de nosso profundo conhecimento.
Outro dia uma pessoa me confessou que sente: não reconhecer sua casa como sua”, logo vi que se tratava do bem em questão se tratar de herança/herdeiros, onde ficou o dito pelo não dito, as escuras, algo neste sistema precisa ser resolvido e para que isto venha acontecer seria preciso que os membros principais abdiquem de muitas coisas e façam movimentos. 
A incerteza de um destino pode ser cruel para quem o vive e  o espera confiante, no entanto o emaranhado na vida desta pessoa não depende exclusivamente dela, pois a mesma acabara de entrar neste novo sistema, ela poderá ter grande influencia e peso em movimentos que possam vir a ocorrer, no entanto as peças chave para a realização e concretização dessas mudanças sejam outras.
A tarefa no momento seria, olhar e agradecer o que se recebe e tem, e não é tarefa fácil quando isso não se chega em totalidade. 
Uma colega sempre diz que: “Ou é 8 ou é 80”, e nesta fala eu concluo que ou fechamos os olhos e vivemos no escuro ou abrimo-nos para a vida buscando então a clareza dos fatos, a sistêmica neste caso mostrou as possibilidades; decidir e definir é tarefa da pessoa envolvida, eu apenas acolho sem julgamento.

Muita atenção: Eu sou excluída ou eu me excluo!?

#EUVEJOVOCÊS!